Tempo de Cultura, Zé Abreu


 

 

 

 

TEMPO DE CULTURA

Lançamento do livro de Zé Abreu

Literatura

 

Sábado, 27 de Maio de 2017

16:00 horas

Ponta do Sol

 

Palco 8 - Capela de São Sebastião


Nota de abertura

 

A cultura deve acontecer todos os dias, para que se possa viver em comunidade, de uma forma mais justa e feliz. Por isso, há que não cruzar os braços, nem desistir de lutar por uma sociedade mais culta.

 

Assim, julgo que faz todo o sentido a edição deste livro acontecer no âmbito do “Festival Aqui Acolá”, por ser, uma iniciativa cultural que veio mexer com as pessoas.

 

Desde a sua primeira edição, oferece-nos um programa holístico, com diversas manifestações artísticas, clássicas e contemporâneas, através da dança, música, teatro, pintura, escultura, teatro, poesia  e exposições fotográficas, entre outras vertentes, que nos fazem viajar por este essencial mundo cultura e da arte.

 

O lançamento deste livro acontecer no auditório do Centro Cultural John dos Passos, é um motivo de grande felicidade, pois desde a sua inauguração, em 2004, que estive envolvido, todos os anos, em projetos culturais. Na sua grande maioria, as iniciativas em que estive envolvido foram ligadas ao universo da educação artística. Pois há catorze anos que, profissionalmente, trabalho na Escola Básica e Secundária da Ponta do Sol, como professor de Teatro-Educação, no 3.º Ciclo do Ensino Básico, o que implicou a apresentação de imensos espetáculos e outras atividades culturais, dirigidos à comunidade.

 

Escolhi para este livro uma coletânea de 22 artigos de opinião que foram publicados mensalmente, de forma ininterrupta, no Funchal Notícias, desde julho de 2015, até abril de 2017. São essencialmente, ideias livres no domínio da arte e cultura que me moveram a agir através da opinião. A cultura e a arte são áreas delicadas que exigem o maior respeito, por isso, importa termos um sentido crítico perante os acontecimentos quotidianos, dando conscientemente, a nossa opinião. Temos que contribuir com a cultura e a arte, para que sejam lugares de diálogo e provoquem a nossa atenção e criatividade. E numa ilha turística como a nossa, devemos ter sempre em consideração os genuínos valores culturais. Pois “olha-se para o mundo a partir da cultura e para a cultura a partir do mundo (…)” (Xavier, p. 11, 2016).

 

 

Há que ter sempre presente, que através da cultura, construirmos caminhos para uma melhor cidadania, onde pensamos e agimos em liberdade, para o bem comum.

 

 


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